27/07/2026
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Feira na Mata do Jacinto estreia com 100 expositores e fila de espera de 200

Feira na Mata do Jacinto estreia com 100 expositores e fila de espera de 200

Em uma semana, a ideia de criar uma feira no bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande, saiu do papel e se tornou realidade. A primeira edição do “Oh Fuxixo da Mata” aconteceu na noite de sábado (18), com dezenas de barracas ocupando o bairro. Famílias compareceram para passear, ouvir música e comprar produtos como plantas, joias, milho pantaneiro, vinhos, drinks e comida de rua.

O evento foi organizado pela Associação de Moradores da Mata do Jacinto. A presidente da associação e uma das idealizadoras, Priscila Queiroz, disse que a primeira edição foi montada contra o relógio. “Hoje tem 100 expositores aqui, mas a lista de espera já está com 200. Ficamos muito felizes”, afirmou. Ela explicou que o espaço foi planejado para que as famílias possam circular com calma.

O sucesso garantiu a continuidade da feira. A partir de agora, ela será realizada todo terceiro sábado de cada mês. Expositores aprovaram a novidade. A professora Luciana Greyce, que cria joias e acessórios artesanais, participa de mais de cinco feiras em Campo Grande e apostou na novidade. Ela disse que descobriu que nasceu para ser feirante depois de conhecer uma feira na cidade no ano passado.

O casal Fabiana Mantovani, de 47 anos, e Emilio Vitorino, de 48, moradores da região, levou para a feira uma marca paulista de vinhos e drinks. “A gente adorou a ideia da feira na nossa região. Nós moramos aqui e achamos fantástico”, disse Fabiana. O negócio do casal começou em janeiro deste ano.

Luiz Pierry Gonzales, de 36 anos, vende milho pantaneiro recheado há um ano. A receita foi inspirada nas praias brasileiras. O carro-chefe é o milho com carne seca, banana-da-terra e pimenta-biquinho. O negócio é tocado pela família inteira. Meyke de Deus, de 51 anos, trocou o trabalho em uma lanchonete pela venda de plantas. Ela achou o local ótimo e disse que a região tem muitos moradores.

Priscila Queiroz afirmou que a feira nasceu para ocupar um espaço que os moradores sentiam falta. O mesmo grupo já organizou outras iniciativas, como telão durante a Copa do Mundo e festa junina no bairro. “Tudo que a gente pode fazer para trazer alegria, cultura, convivência, a gente vai fazer”, finalizou. As informações sobre a feira podem ser acompanhadas pelo Instagram.

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Sobre o autor: Sofia Almeioda

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