O pedreiro Cláudio Barros de Araújo, de 40 anos, suspeito do assassinato de Renato Bravo da Cruz, se apresentou à polícia na tarde desta terça-feira, 16 de junho. Ele chegou acompanhado de seu advogado à 5ª Delegacia de Polícia Civil, na Vila Piratininga, sob responsabilidade do delegado Matheus Vital.
O crime ocorreu na madrugada de domingo, 14 de junho, após uma discussão provocada por um acidente de trânsito no bairro Paulo Coelho Machado. Ainda na segunda-feira, o advogado de Cláudio, Alessandro Farias Rospide, entrou em contato com a unidade para tratar da apresentação do cliente e do agendamento do depoimento.
No local, o advogado disse que a vítima tentou agredir seu cliente. Ele lamentou o ocorrido e afirmou que “infelizmente junta a arma, junta a bebida, junta a pessoa sem nem um tipo de malícia daquela situação”.
Em depoimento de quase uma hora, Rospide falou que Cláudio se arrepende do que ocorreu, é réu primário e nunca havia entrado em uma delegacia. “Ele vai responder a princípio de liberdade, e está colaborando no que ele pode”, comentou. O autor saiu pela porta da frente da delegacia.
O homicídio aconteceu em uma conveniência localizada na Avenida dos Cafezais, no Bairro Paulo Coelho Machado. De acordo com o boletim de ocorrência, Renato estava no local acompanhado da ex-companheira quando decidiu deixar o estabelecimento.
Ao dar partida em seu GM Celta, ele acabou colidindo na traseira de um Ford Versailles que estava estacionado logo à frente. A batida deu início a uma discussão entre os envolvidos. Conforme a investigação, Cláudio desceu do Versailles e foi até a porta do motorista do Celta. Em seguida, efetuou um disparo que atingiu Renato na região do olho esquerdo.
